Mistério em desaparecimento de estudante em Nova Iguaçu

maio 31, 2019

Marcela de Souza Oliveira, 26 anos, desapareceu em Nova Iguaçu - Reprodução Facebook


A Polícia Civil investiga o desaparecimento da estudante e bacharel em direito Marcela de Souza Oliveira, de 26 anos, ocorrido na última segunda-feira em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. 

Os familiares e amigos se mobilizam através das redes sociais para encontrar a jovem, que desde então não entrou em contato com os pais e namorado.

Marcela dormiu de domingo para segunda-feira na casa do namorado, Wiliam dos Santos. Ele conta que saiu para trabalhar por volta das 7h20 e a deixou dormindo. 

Cerca de uma hora depois, os pais da jovem foram até a residência e conversaram com ela, que ficou um pouco mais no imóvel dando comida para as cadelas de William. 


"Minha sogra falou que ela ficaria mais um pouco para dar comida para minhas cachorras, que ela era apaixonada. Eu deixei dinheiro para ela ir embora de ônibus. Quando fui à noite buscar a chave da casa nos pais dela, ela ainda não tinha chegado", contou o serralheiro. 

William mora na Estrada Federal do Tinguá, a cerca de três quilômetros da residência da família da namorada. Ele acredita que pode ter acontecido algo no trajeto de sua casa até o ponto de ônibus, uma distância de 500 metros. 

A família já esteve em hospitais e até no Instituto Médico Legal (IML), mas não teve notícias dela. 

"Creio que aconteceu alguma coisa nesse trajeto até o ponto. A polícia já esteve aqui, perguntou para todos e ninguém viu nada", falou. Segundo ele, Marcela usava uma blusa branca e uma calça jeans no dia do desaparecimento. 

Atualmente, a jovem estava estudando em casa para concursos públicos e fazendo autoescola para conseguir a carteira de habilitação. 

"Essa falta de notícia é que incomode a gente, ontem estive com os pais, eles estão arrasados, chorando, mas estamos confiantes que vamos encontrá-la bem", acredita o namorado. 

O caso foi registrado na 58ª DP (Nova Iguaçu), mas foi encaminhado para da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense, que possui um setor especializado em pessoas desaparecidas. A especializada ainda não deu informações sobre a investigação.



As informações são do Jornal Meia Hora

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