Dona Florinda Meza conta por que nunca foi amiga de seu madruga

junho 14, 2019




Florinda Meza concedeu entrevista exclusiva ao programa Hoy, da Televisa, emissora mexicana que a tornou conhecida mundialmente como Dona Florinda, do seriado Chaves. 

Como não poderia deixar de ser, a atriz foi questionada sobre a convivência nos bastidores entre os atores do humorístico.


Em um primeiro momento, Florinda destacou as diferenças de cada um dos atores tão logo foram reunidos por Roberto Gómez Bolaños, o Chespirito, no início dos anos 70.

“Maria Antonieta de Las Nieves (Chiquinha) fazia dublagens; Roberto estava inclusive fazendo linguagem corporal; eu e Édgar Vivar (seu Barriga) tínhamos feito teatro; Rubén Aguirre (Professor Girafales) sabia usar a voz, pois era locutor, não ator. 

Carlos Villágran (Quico) também não, ele era fotógrafo de um jornal. 


Então, Roberto escrevia os textos, nos moldou, baseado nas nossas atitudes e sempre nos protegendo das nossas deficiências. 

Então, todos aqueles que não lhe agradecem, é algo muito reprovável. Vivi quase 40 anos com ele e nunca o ouvi falar mal de ninguém”, contou.

Em seguida, a atriz valorizou os intérpretes de Chiquinha e Quico, os quais se tornaram desavenças depois que deixaram o seriado:


“Maria Antonieta é uma excelente atriz, não entendo por que se encarnou apenas na Chiquinha. Entendo Carlos, ele não dava mais do que Quico, mas fora do Quico parecia que estávamos assistindo a Jerry Lewis, ele sempre foi um grande imitador”, elogiou.

Florinda revelou quem é o ator que mais admira até hoje:

“Amo muito e respeito muito o Édgar. Me dava muito bem também com Rubén, que agora não está mais conosco”, referindo-se ao saudoso Mestre Linguiça, que partiu há exatos três anos.

Entretanto, não surgiu uma grande amizade com Ramón Valdés, o Seu Madruga. A viúva de Chespirito explicou o motivo:

“Não tive amizade com Ramón, pois era muito difícil ter amizade com ele. Extraordinário, lindo, divertido, mas, fora do programa, era muito difícil vê-lo, porque ele tinha o grupo de amigos dele. 

Mas, sempre nos dávamos muito bem. Isso muito porque tínhamos um líder extraordinário. Chespirito tinha uma capacidade de liderança para administrar tantos egos juntos por 25 anos. Imagine, tantos casamentos não duram esse tempo”, argumentou.

Para finalizar, Florinda disse uma frase que define sua participação nos seriados ao lado do ex-marido:

“Chapolin Colorado me abriu as portas da internacionalidade, mas Chaves me abriu as portas dos corações das pessoas".


Atualmente, Florinda está com 70 anos e tem dado continuidade à carreira artística. Há um mês, estreou o filme Dulce Família. 

Chaves segue sendo exibido no SBT e, desde o ano passado, também no canal Multishow.


Via o fuxico

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