Preso traficante acusado de destruir terreiro de candomblé em Duque de Caxias - Baixada Viva Notícias

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Preso traficante acusado de destruir terreiro de candomblé em Duque de Caxias

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Jefferson Anísio da Silva, conhecido como Jefinho, foi preso neste sábado (03) no Parque Paulista, em Duque de Caxias Foto: Divulgação


Foi preso neste sábado (03) o traficante Jefferson Anísio da Silva, conhecido como Jefino, acusado como um dos autores do ataque a um terreiro de candomblé no bairro no Parque Paulista, em Duque de Caxias, no dia 11 de julho. 


Na ocasião, os criminosos invadiram o espaço, que funciona há mais de 50 anos, e obrigaram a responsável local a destruir todos os símbolos que representavam os orixás.


A prisão de Jefferson Anísio da Silva se deu por consequência das investigações realizadas pelo Departamento Geral de Polícia da Baixada (DGPB). De acordo com o órgão, o criminoso é ligado ao traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, conhecido como "Peixão", e responsável por ordenar a destruição de terreiros em favelas de sua atuação. 

Contra "Jefinho" constava em aberto mandado de prisão por condenação pelos crimes de tráfico e associação para o tráfico de drogas.


Neste sábado (03), após monitoramento e evitando que ocorresse resistência de traficantes da comunidade Parque Paulista, equipes da 62ª DP o prenderam numa ação de inteligência, sem qualquer intercorrência.


Manifestação contra intolerância religiosa

Centenas de pessoas de diferentes crenças participaram de uma caminhada com bandeiras contra a intolerância religiosa em Nova Iguaçu, Baixada Fluminense, no dia 14 de julho. 

A manifestação se deu após traficantes atacarem um terreiro de candomblé no bairro Parque Paulista, em Duque de Caxias, em 11 de julho).



- Esta caminhada foi pensada para dar uma resposta, principalmente ao governador que nos garantiu que haveria uma série de ações para estabilizar esta situação. Estamos pensando em fazer uma vigília na porta do palácio se nada acontecer. 

Estaremos em Copacabana em 15 de setembro. Se acontecesse isso com uma igreja católica as autoridades não ficaram em silêncio. 

O governador trouxe a segurança pública pra ele, e se continuar assim teremos que levar um cadáver até o palácio - disse o babalaô Ivanir dos Santos, interlocutor da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa e um dos organizadores.




- Não podemos faltar num espaço como este, em que todos podem estar juntos, representantes do candomblé, da umbanda, dos católicos, dos evangélicos. 

Apesar de não sermos tratados como todos iguais, somos todos iguais. 

A mulher é menos que o homem, a mulher negra menor do que a branca e assim vai... - diz Sandra Régis, representante da Frente Evangélica do Estado de Direitos.






Fonte: Extra


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