Mulher que deu doce envenenado para menina morta estava na estação de trem de Nova Iguaçu - Baixada Viva Notícias

Responsivo após foto post

Mulher que deu doce envenenado para menina morta estava na estação de trem de Nova Iguaçu

Compartilhe



Após quase duas horas de depoimento na 64ª DP (São João de Meriti), a vendedora Gisele José da Luz, de 32 anos, deixou a delegacia. 

Mãe de Lorrana Madalena da Luz Manoel, de 14 anos, ela pediu à polícia identificasse e punisse a pessoa responsável pela morte de sua filha. 


A menina morreu na UPA do Jardim Íris, em São João do Meriti, na madrugada da última terça-feira, após chupar uma bala dentro de um trem da Supervia.

— Eu só quero a minha filha de volta. Eu não aceito o que fizeram. Foi uma vida interrompida. Tem que investigar quem foi essa pessoa. Olha o meu sofrimento, olha o sofrimento da minha família — afirmou Gisele.

Renata Maria José da Luz, 34, auxiliar de almoxarifado e tia da Lorrana, contou que a Polícia Civil informou aos parentes que, no mesmo dia que a estudante passou mal, uma outra criança também teria pego um pirulito e teria morrido. 

Ainda de acordo com Renata, uma terceira criança teria sido abordada pela mesma mulher em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

— Os policiais disseram que uma mulher deu uma bala para uma criança na estação de trem de Nova Iguaçu. 

Só que a mãe viu e tomou o doce da mão da criança. Todos esses casos aconteceram no mesmo dia que a minha sobrinha foi envenenada. 

A Polícia Civil tem que investigar isso, gente — contou Renata.

Lorrana teve parada cardiorrespiratória

De acordo com a mãe, Lorrana recebeu a bala quando voltava do curso, na tarde da última terça-feira. 

Depois disso, a jovem começou a passar mal e foi levada para a unidade de saúde na Baixada Fluminense. 

Lá, a menina foi entubada e, horas depois, teve uma parada cardiorrespiratória e morreu. 

A família não sabe dizer em qual estação de trem a menina aceitou o doce, que foi oferecido por uma mulher:


— Eu cheguei a brigar com ela. Eu disse: 'quase morri uma vez porque eu comi um alimento que me deram. Você não lembra?'. — contou Gisele - A minha filha foi a mais esperada. Eu tive ela aos 16 anos. Agora, ela não está mais aqui.

Segundo a mãe, o sonho de Lorrana era a está de 15 anos que já estava sendo preparada para a estudante:

— Nós já estávamos começando a comprar as coisinhas para a festa dela em janeiro. Eu vou fazer a festa dela, porque ela vai está lá para comemorar — disse Gisele, que tem outros três filhos com 2, 6 e 13 anos de idade.

A intenção da família é que Lorrana seja enterrada ainda nesta quinta-feira no Cemitério Tanque do Anil, em Duque de Caxias.



Fonte: Extra

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Responsivo final texto

Pages