Polícia apura se sanduíche pode ter envenenado menina morta na Baixada - Baixada Viva Notícias

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Polícia apura se sanduíche pode ter envenenado menina morta na Baixada

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A Polícia Civil investiga se o que causou a morte de Lorrana Madalena da Luz Manoel, de 14 anos, pode ter sido provocada pelo lanche que ela comeu horas antes de morrer. 

Os investigadores da 64ª DP (São João de Meriti) estiveram ontem na barraquinha de sanduíches, da família da menina, e fizeram uma perícia. 


Eles querem saber se houve algum tipo de procedimento irregular que possa ter culminado no envenenamento da estudante. 

Policiais praticamente descartaram a possibilidade de a estudante ter sido envenenada após comer uma bala de uma mulher, num trem da Supervia que seguia para Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, na tarde da última terça-feira.

Inicialmente, havia uma suspeita de que ela teria morrido ao consumir o doce. Entretanto, após diversos depoimentos, a polícia descobriu que a jovem tomou remédios, chá fitoterápico e chegou a comer um sanduíche antes da morte. 

Após isso, os investigadores começaram a colocar de lado a história de bala envenenada. O corpo de Lorrana será enterrado às 14h desta sexta-feira no Cemitério Tanque do Anil, em Duque de Caxias.

Nesta quinta, por mais de duas horas, a vendedora Gisele José da Luz, de 32 anos, mãe da menina, prestou depoimento na delegacia que investiga o caso. 

A mulher garante que a filha foi envenenada dentro do trem do Ramal Saracuruna. Ela também pediu para a polícia identificar e punir a pessoa responsável pela morte de sua filha. A menina morreu na UPA do Jardim Íris, em São João do Meriti, na madrugada da última terça-feira, horas após dar entrada.

— Eu só quero a minha filha de volta. Eu não aceito o que fizeram. Foi uma vida interrompida. Tem que investigar quem foi essa pessoa. Olha o meu sofrimento, olha o sofrimento da minha família — afirmou Gisele.

Nesta quinta-feira, na casa da família — no Jardim Meriti — os parentes não aceitavam a morte precoce da menina. 

Durante todo o tempo a mãe de Lorrana acariciava o uniforme da criança e seus cadernos, em um quarto pequeno da casa onde moram dez pessoas.


Fonte: Extra

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