Justiça suspende decreto que autorizava abertura de comércio em Duque de Caxias - Baixada Viva Notícias

Responsivo após foto post

Justiça suspende decreto que autorizava abertura de comércio em Duque de Caxias

Compartilhe



O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro suspendeu nesta segunda-feira (25) o decreto da Prefeitura de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, autorizando a reabertura de todo o comércio na cidade. 


Com a decisão, só estabelecimentos e serviços essenciais serão mantidos em funcionamento.

Em nota, o município comunicou na tarde desta segunda que ainda não foi informado sobre a decisão.

O decreto municipal, assinado pelo prefeito Washington Reis, determinava um novo protocolo para circulação de pessoas durante a pandemia de Covid-19.

A norma autorizava a volta ao funcionamento de todas as atividades comerciais da cidade, desde que os estabelecimentos seguissem regras de higienização.

Prefeito de Caxias autoriza reabertura do comércio e se responsabiliza pelas consequências


2º município em número de mortes

Caxias é o segundo município com maior número de mortes causadas por Covid-19 no estado, atrás apenas da capital fluminense. Eram, até domingo (24), 182 óbitos e 1.184 casos.


Washington Reis -- que teve Covid-19 em abril -- disse que o sistema de saúde do município "está dando conta" e a "população está consciente".

"Nós criamos uma infraestrutura de saúde não é de hoje, não foi por causa do coronavírus. Colocamos equipamentos de última geração. O Hospital São José tem 128 leitos de CTI. E nós até hoje chegamos a 70 leitos", descreveu.

De acordo com o prefeito, nenhum paciente do município ficou abandonado e sem atendimento.

"Nós aprendemos com essa epidemia que o ingrediente principal para a gente combater o coronavírus — descobrir e detectar a gravidade do quadro do paciente — são os tomógrafos. Teve dia que fizemos mil imagens", enumerou.

Reis prometeu assumir "toda a responsabilidade"caso os números da doença voltem a subir, mas pontuou que também precisa ter "responsabilidade" com a arrecadação, que segundo ele caiu pela metade. 

"Sem arrecadação a gente não vai ter médico nenhum", afirmou.


Via G1


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Responsivo final texto

Pages