Witzel pode ser preso a qualquer momento - Baixada Viva Notícias

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Witzel pode ser preso a qualquer momento

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Witzel é investigado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e foi alvo da Operação Placebo.

Durante a pandemia, os contratos do governo do Rio de Janeiro já somariam mais de um R$ 1 bilhão entre a aquisição de equipamentos e montagem de sete hospitais de campanha. 


De acordo com a ação que motivou a operação Placebo da Polícia Federal, Witzel fez um contrato emergencial com a organização social IABAS no valor de R$ 835 milhões, sendo que R$ 216 já foram pagos.

E, Jair Bolsonaro, demonstra certeza na prisão de seu adversário político.

O presidente (sem partido), contando com a prisão de Wilson Witzel, nesta quarta-feira, 3, fez a seguinte declaração:


“Eu não vou conversar com o Witzel. Até porque, brevemente, já sabe onde ele deve estar, né?”, respondeu Bolsonaro. Procurado, o governador ainda não respondeu.

Na semana passada, Bolsonaro parabenizou a Polícia Federal pela Operação Placebo. 

Witzel, por sua vez, acusou o presidente de ter sido responsável pela ação e alegou perseguição política. 

Os dois eram aliados. Witzel foi eleito em 2018 com o apoio do clã presidencial. 


Mas a aliança rompeu quando Witzel admitiu publicamente o interesse em disputar à Presidência da República em 2022 contra Bolsonaro.

Na reunião ministerial de 22 de abril, divulgada após decisão judicial, Jair Bolsonaro chamou Witzel de “estrume”. 

A Placebo investiga irregularidades na área da saúde do governo do Rio. 

Na operação, a PF fez buscas e apreensões contra Witzel e a primeira-dama Helena.

Na porta do Alvorada pela manhã, Bolsonaro respondeu a apoiador que se apresentou como sargento reformado da Polícia Militar do estado. 

O PM pediu ajuda contra o pagamento de uma taxa previdenciária cobrada pelo governo fluminense. 







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