Polícia apreende R$ 2 milhões em roupas falsas no Feirão das Malhas, em Duque de Caxias - Baixada Viva Notícias

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Polícia apreende R$ 2 milhões em roupas falsas no Feirão das Malhas, em Duque de Caxias

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Quatro toneladas de produtos falsificados, entre eles roupas, calçados e bonés, foram apreendidos nesta quarta-feira por agentes da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM) no Feirão das Malhas, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. 


O material está avaliado em R$ 2 milhões de reais. A ação acontece onze dias após oito fiscais do Instituto de Pesos e Medidas (Ipem) serem presos no mesmo local acusados de extorquirem empresários e comerciantes.

De acordo com a Polícia Civil, no centro comercial os empresários estavam vendendo produtos falsificados como se fossem verdadeiros. 


Os produtos estavam em diversas lojas e armazenados em depósitos dos feirões que passavam-se pelas marcas “Moda Rio” e “Sai de Baixo”. 

Ambos ficam na Rodovia Washington Luís, região conhecida como “Retão dos Feirões”.

Segundo o delegado Maurício Demétrio Afonso Alves, titular da DRCPIM, 16 comerciantes foram conduzidos à especializada e responderão por venda de produtos falsos.

— Fizemos essa operação após as marcas oficiais nos procurarem alegando que estavam sendo lesadas por esses comerciantes. 


Encontramos diversos produtos, muitos prontos para a venda e outros armazenados. Falsificação é crime e está na Lei de Propriedade Imaterial — destacou Demétrio.

— Além disso, essa operação é para mostrar para os empresários que não existem agentes da DRCPIM que extorquem comerciantes. 

Há uma diferença entre a nossa atuação e apreensão de produtos falsos dos quadrilheiros lotados em outros órgãos e que usam o nosso nome — salientou o delegado, que garante que outras operações serão feitas na região.

Inquérito da Polícia Civil aponta que fiscais do Ipem estavam se aproveitando dos comerciantes que vendem produtos falsificados na região para extorqui-los. 


De acordo com os investigadores, por semana a direção do Feirão das Malhas desembolsava cerca de R$ 4 mil em propina para os fiscais.

Além disso, cada lojista tinha que desembolsar R$ 100 por semana para não ser alvo do bando.


Via Extra

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