TRAFICANTE PAGA DÍVIDAS DE DROGAS COM AUXÍLIO EMERGENCIAL E ACABA MORTO NO RJ - Baixada Viva Notícias

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TRAFICANTE PAGA DÍVIDAS DE DROGAS COM AUXÍLIO EMERGENCIAL E ACABA MORTO NO RJ

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O chefe do tráfico no Morro do Juramento, em Vicente de Carvalho e gerente das bocas de fumo do Complexo da Penha, ambos na Zona Norte do Rio, Gilvan Leite da Silva, conhecido pelos vulgos de Bazuca, Gilvazinho ou Divã, responde a processo na 1ª Vara Criminal da capital suspeito da morte de um integrante da sua quadrilha por causa de uma dívida de R$ 600. 


A vítima Carlos Augusto Aguiar Fernandes trabalhava para a facção criminosa Comando Vermelho que domina o tráfico de entorpecentes na Comunidade do Juramento e que teve uma desavença com um dos gerentes da ´boca de fumo´, em razão da perda de um carregamento de drogas avaliado em R$ 600 que era de responsabilidade de Carlos.

A mãe de Carlos declarou que seu filho tinha envolvimento com a criminalidade do Juramento. Informou que o atual ´frente´ do morro é conhecido pelo vulgo ´Divã´.

Relatou que seu filho teve uma desavença com um gerente da ´boca de fumo´, vulgo ´Gordinho´. 


Disse que a vítima lhe contou que ´Gordinho´ foi o responsável por subtrair uma carga de drogas que estava sob a responsabilidade dela, avaliada em R$ 600,00 , e que, em razão disso, agrediu fisicamente Gordinho´.

Afirmou que o filho declarou que estava sendo cobrada pela reposição do dinheiro, pelo ´chefe do morro´. 

Declarou que Carlos recebeu o auxílio do governo no valor de R$ 600,00 e foi pagar Gilvan.

Acrescentou que pediu para que seu filho não fosse pessoalmente entregar o valor, tendo ele afirmado que Bazuca gostava dele e que seria tranquilo. 

Alegou que apagou todos os áudios de seu telefone, uma vez que teve medo de ser encontrada pelos traficantes e que fizessem algo contra ela e seus outros filhos.

Disse que, no dia dos fatos, recebeu um áudio de seu filho, por volta das 21h50, dizendo ´mãe, mãe, reza por mim, coração de mãe é tudo, se cuida ai mãe´. 

Afirmou que essa foi a última vez que soube de seu filho ainda vivo.

Gilvan, segundo os autos, tem cinco mandados de prisão pendentes de cumprimento, além de constar 20 vinte anotações no portal de segurança e 23 procedimentos encontrados no Roweb.




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