Políticos reagem a vídeo de homem aos prantos pedindo alimentos em supermercado - Baixada Viva Notícias

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Políticos reagem a vídeo de homem aos prantos pedindo alimentos em supermercado

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O vídeo de um pai que segura uma criança no colo e grita, aos prantos, no supermercado, implorando alimentos da cesta básica por “estar desempregado e não ter nada para comer”, viralizou nas redes sociais, provocando mais reações contra as medidas restritivas no combate à pandemia da covid-19.



Coordenador da bancada do Rio de Janeiro no Congresso Nacional, o deputado federal Sargento Gurgel (PSL-RJ) afirma não ser razoável “mandar fechar tudo num país onde ter emprego e empreender é tão difícil”.



Ele cobra medidas de contenção de despesas nas próprias administrações estaduais e municipais, de forma que a população que trabalha ou busca emprego não seja a única penalizada.


“O governador ou prefeito que mandar fechar tudo deve abrir mão de seu salário e também de seus secretários e estrutura, uma vez que sua ação está fazendo trabalhadores, sem poder escolher, abrir mão de tudo”, sugere Sargento Gurgel.



O deputado reclama ainda que não há bom senso em exigir a saída de clientes de restaurantes às 21h, horário em que os estabelecimentos estão obrigados a fechar nos cidade do Rio de Janeiro. 

“É um absurdo que comerciantes sejam ameaçados de perderem seus alvarás se a fiscalização encontrar alguém dentro após o horário, sobretudo em restaurantes, onde o intervalo entre o pedido e o preparo do prato leva, em média, 30 minutos, e mais tempo para consumir. Nesse cenário, o estabelecimento não pode receber ninguém após as oito da noite, já que às nove horas não pode ter mais ninguém dentro. Qual a dificuldade de ter uma tolerância para o consumidor realizar a refeição?”, questiona Gurgel.



Para o líder do PSL na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Charlles Batista, a pandemia do coronavírus está sendo usada por políticos na tentativa de enfraquecer o governo do presidente Jair Bolsonaro.


“Sem emprego e sem liberdade, o povo está morrendo de fome e de outros sérios problemas. Que Deus tenha misericórdia do nosso país, e que seja feita justiça contra quem está usando a desgraça, a doença, a fome das pessoas, para tentar tirar o presidente Bolsonaro do poder e voltar aquela corrupção desenfreada, o desgoverno da época da esquerda”, afirma o deputado estadual Charlles Batista.



A deputada estadual Rosane Felix (PSD) também é contra o lockdown, afirmando que não se trata de negacionismo à pandemia, mas necessidade de um olhar socioeconômico em meio à crise de saúde. Nesse sentido, ela defende que a população deveria ter isenção de impostos.


“Quem decreta lockdown deveria decretar a isenção de IPVA, IPTU e outros impostos. Deveria também pagar o aluguel das pessoas, a luz, a água, o plano de saúde, fazer a compra do mês. As contas chegam! Como pagar isso tudo sem trabalhar? Eles deveriam dar suporte às pessoas”, afirma Rosane Felix.


Já Filippe Poubel (PSL), que participou ativamente no pedido de impeachment do governador afastado Wilson Witzel, apresentando denúncias ao Ministério Público estadual, repudia “cercear o direito de ir e vir dos cidadãos de bem, de trabalhadores e comerciantes”, além de alertar para o risco de novos casos de corrupção.



“Comprovamos na primeira onda que há uma série de interesses pessoais de grupos criminosos para que se estabeleça o caos e os cofres públicos sejam saqueados, como denunciei a quadrilha do ex-governador Wilson Witzel e os hospitais de campanha. Nós acabamos de ver esse filme, as operações sequer terminaram, o chefe da quadrilha ainda nem está preso e já aceitaremos tudo de novo?”, questiona o deputado.




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