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Há 10 anos, Policial Militar Sargento Alves, interrompia uma das piores tragédias do Rio

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Há exatos 10 anos, o polícia Militar Sargento Alves interrompia uma das tragédias mais marcantes da história do nosso país e do Rio de Janeiro.


O massacre terminou por volta das 8h30, com 12 crianças mortas e outras 12 feridas.



Em carta, o criminoso disse ter sido vítima de bullying na escola. 


O delegado à época, Felipe Ettore, descartou a hipótese de ele fazer parte de grupos extremistas. 



Para o então titular da Divisão de Homicídios (DH), Wellington agiu sozinho.


Sob a atuação brava e heroica, Alves adentrou na escola Tasso da Silveira em Realengo, guiado pelo som dos tiros, sem saber o que o esperava. 



No interior da escola, o policial deparou-se com a barbárie de um atirador atacando crianças inocentes. 


De maneira técnica e imediata, ele conseguiu neutralizar o criminoso e impediu que ainda mais vidas fossem perdidas. 




Heróis como ele jamais podem ser esquecidos. Obrigado por tudo que fez pelas crianças


Em 2015, um memorial com esculturas em bronze de onze das doze crianças mortas foi inaugurado bem ao lado da Tasso da Silveira. 




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